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Vade Mecum para calouros: vale a pena comprar no 1º período?

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28/08/2026

Começar a faculdade de Direito é entrar em contato com uma nova linguagem, novas disciplinas e uma quantidade de conteúdos que pode parecer enorme nas primeiras semanas. Entre livros, apostilas, artigos e materiais indicados pelos professores, surge uma dúvida bastante comum entre os calouros: vale a pena comprar um Vade Mecum já no primeiro período?

A resposta é: na maioria dos casos, sim.

Isso não significa que o estudante precise passar o primeiro semestre inteiro com o Vade Mecum aberto sobre a mesa ou que todas as disciplinas iniciais exijam consulta constante à legislação. A grade varia de uma faculdade para outra, e algumas matérias são predominantemente teóricas.

O ponto é outro: ter um Vade Mecum desde o começo permite que o estudante se familiarize com a legislação e desenvolva, desde as primeiras aulas, o hábito de consultar diretamente as normas.

E essa pode ser uma das habilidades mais importantes para quem está começando a estudar Direito.

A tradição do Vade Mecum nas faculdades de Direito

Existe quase um ritual de passagem na graduação em Direito: chega o primeiro semestre, aparecem as primeiras indicações de códigos e leis e, em algum momento, o calouro descobre que existe um livro capaz de reunir boa parte dessa legislação em um só lugar, o Vade Mecum!

A cerimônia de entrega do Vade Mecum nas faculdades de Direito

Existe quase como um ritual de passagem na graduação em Direito: chega o primeiro semestre, aparecem as primeiras indicações de códigos e leis e, em algum momento, o calouro descobre que existe um livro capaz de reunir boa parte dessa legislação em um só lugar.

O primeiro Vade Mecum também pode ser um presente de família

A expressão “legislação seca” pode parecer estranha para quem acabou de chegar à faculdade. Na prática, ela se refere ao texto da própria norma, sem os comentários, explicações doutrinárias ou interpretações encontradas em livros e materiais de estudo.

Para quem está chegando, aprender a consultar esse texto é importante porque o Direito não é estudado apenas por meio de explicações sobre as leis, em algum momento será necessário ir até a própria norma para verificar o que ela estabelece.

Dependendo da grade da faculdade, o estudante pode começar a ter contato com:

  • Constituição Federal;
  • Código Civil;
  • Código Penal;
  • Código de Processo Civil;
  • Código de Processo Penal;
  • Legislação complementar;
  • Estatutos e leis específicas.

É claro que isso não significa que você precisa dominar todos esses conteúdos no primeiro semestre. O objetivo inicial é bem mais simples: aprender a encontrar e ler a legislação.

Gostando do artigo? Leia também: Como se destacar na advocacia: 5 maneiras de alcançar o sucesso

Como aproveitar o Vade Mecum desde a primeira semana de aula?

Comprar o Vade Mecum é apenas o primeiro passo. Para que ele realmente seja útil, o mais importante é começar a incorporá-lo à rotina.

1. Conheça o índice

Um dos primeiros recursos que o calouro deve aprender a usar é o índice.

Em vez de folhear páginas aleatoriamente procurando determinado conteúdo, o estudante pode usar os índices para encontrar a norma ou o assunto desejado.

A 42ª edição do Vade Mecum Saraiva conta com índices organizados por diferentes critérios, como ordem alfabética, sistemática e cronológica, justamente para facilitar a consulta.

2. Descubra onde ficam os principais códigos

Não é necessário decorar a localização de todos os códigos.

Mas vale dedicar alguns minutos para entender como o livro está organizado e descobrir onde ficam as partes que aparecem com mais frequência nas suas disciplinas.

Com o tempo, a consulta fica cada vez mais rápida.

3. Acompanhe a legislação indicada pelo professor

Quando um professor mencionar determinado artigo, aproveite para abrir o Vade Mecum e ler o dispositivo.

Esse hábito ajuda a transformar a legislação em parte do estudo, e não em um conteúdo distante que só será consultado antes de uma prova.

4. Relacione a teoria com a lei

Uma boa forma de estudar Direito é conectar aquilo que está sendo explicado em aula com o texto da legislação.

O livro ou a aula apresenta um conceito e o Vade Mecum mostra onde aquele assunto aparece na norma.

Essa combinação ajuda o estudante a entender que teoria e legislação não são conteúdos completamente separados.

5. Não tente decorar tudo

Esse é um dos principais pontos para quem está começando: ter um Vade Mecum não significa que você precisa memorizar dezenas de artigos.

O mais importante, no início, é desenvolver a capacidade de consultar, interpretar e relacionar o texto legal ao conteúdo estudado.

A memorização de determinados dispositivos pode acontecer naturalmente conforme o contato com eles aumenta.

Aproveite para ler também: Livros para Calouros de Direito: o guia do 1º  ano de faculdade

E então, vale a pena comprar um Vade Mecum no 1º período?

Para quem está começando a faculdade de Direito, ter um Vade Mecum já no primeiro período pode ser uma escolha bastante útil.

Não porque você necessariamente usará todas as páginas do livro logo nas primeiras semanas, mas porque o contato antecipado com a legislação ajuda a construir um hábito que será útil durante toda a graduação.

Em vez de pesquisar cada lei separadamente sempre que surgir uma dúvida, você passa a ter uma fonte organizada de consulta à mão.

E existe outro benefício: começar cedo significa ter tempo para aprender a usar o próprio Vade Mecum.

Você não precisa saber localizar tudo no primeiro dia. Pode começar conhecendo os índices, encontrando os artigos indicados pelos professores e, aos poucos, ganhando familiaridade com a estrutura da legislação. 

Conheça o Vade Mecum Saraiva Tradicional e compre sua edição!

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