Eleições sob domínio? O crime organizado e os riscos à integridade eleitoral em 2026
Murillo Ribeiro analisa como o domínio territorial de facções e milícias pode comprometer a liberdade e a igualdade das eleições de 2026.

Murillo Ribeiro de Lima é pesquisador, professor e Delegado de Polícia em Minas Gerais, com atuação destacada no enfrentamento ao crime organizado e na área de inteligência de segurança pública. Graduado em Direito pela UEM/PR, é especialista em Ciências Criminais (UNESA/RJ) e em Inteligência de Segurança Pública (Academia Nacional de Polícia/PF). Mestre e Doutor em Direito Penal pela PUC Minas, atua como professor e coordenador de programas de pós-graduação nas áreas de Segurança Pública, Criminologia e Enfrentamento ao Crime Organizado, além de ser cofundador do Curso EMDELTA.
Na carreira policial, ocupou cargos estratégicos, como Superintendente de Inteligência (2021–2023), Diretor-Geral da Agência Central de Inteligência da Sejusp/MG (2023–2025) e Presidente do Sistema Estadual de Inteligência de Segurança Pública (2021-2025). Foi também criador e Coordenador-Geral do Grupo Especial de Repressão ao Crime Organizado (GERCO) e do Centro Integrado de Inteligência Cibernética (Ciberint). Atuou como Delegado na Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), sendo um dos coordenadores da Operação Caixa Forte II, considerada uma das maiores ações contra facções criminosas no país. Atualmente, é Delegado no Departamento Estadual de Operações Especiais (DEOESP/PCMG), em Belo Horizonte/MG.
Murillo Ribeiro analisa como o domínio territorial de facções e milícias pode comprometer a liberdade e a igualdade das eleições de 2026.
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